Por que não podemos tomar as dores de quem amamos, ou talvez ao menos dividi-las? Só não acho justo essa coisa de ter que ver, ouvir ou basta saber, que algo ou alguém provido dos nossos sentimentos, está sofrendo, seja lá de qual forma for, a mais simples que seja, sem que possamos interferir nisso de alguma maneira. Fazendo o possível para que sorrisos brotem, e a felicidade verdadeira dê as caras, assim então, contribuindo para a própria felicidade. Uns pensam que é se importar exageradamente, já eu penso que o sofrimento alheio, especificamente de alguns, é algo dissonante aos ouvidos, pelo menos aos meus. Possessivo, paranóico, louco, ou apaixonado. Tudo no fim, acaba se confundindo, formando assim os pensamentos que atormentam a cabeça, mas que não deixam de ser verdadeiras vontades. Meninas feitas de açucar, aquelas que choram por "qualquer coisa", não estão presentes apenas em uma novela de um canal aberto, estão presentes no dia-a-dia, ao nosso redor, e tem aquelas - ou aquela - que desejamos acabar com tudo o que há de ruim no âmago, o que nos corta o coração, apenas com um abraço apertado e quiçá confortante. Mas não é assim, não é como queremos, e entre meio a frustração quanto a isso, o que acabamos por desejar em segundo plano, é um decifrador de sentimentos - e desejos - seus.
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