Sunday, December 23, 2012

Dois mil e treze!

Só estou aqui escrevendo algo as pressas - e bota pressa nisso - a madrugada não me foi boa, apenas não para isso, claro! Segunda melhor madrugada do ano, de modo geral, ou não, apenas de modo específico, tu sabe... E com atos que permaneciam no fundo do âmago, coisa pensadas que jamais seriam feitas, - ou não assim a curto prazo - foram executadas com excelência. Ah! Por que me pego suspirando por ai toda vez que meu corpo não está junto a ti? Deve ser porque quando há distância, a mente é quem fica presa lá. E como é forte, não? Gosto disso, gosto de tudo que envolve o que nos pertence, sabe? Primeira, de tudo, certamente? Ah, como te amo! E primeira vez que essas exatas palavras surgem por aqui, se não estou enganado... Um quase texto que será interrompido por uma longa e cansativa viagem, holly shit.
Estou indo, eu te amo, I'll miss you!


Saturday, December 22, 2012

Transeunte

     Uma despedida inquieta, sorrisos que transcenderam os lábios e uma tempestade de lembranças recentes. Resume meu eu até agora. Entro nesse quarto - cômodo no qual se resume minha liberdade - e o que me invade as narinas é o perfume, aquele que estava tão próximo de mim a pouco. Não só o perfume, o ser inteiro. Mas é o que me resta, a fragrância impregnada no algodão das minhas cobertas, o DNA preso nas fibras da minha fronha de travesseiro, talvez. E literalmente, um livro na estante. Como podes me conhecer tão bem assim em tão pouco tempo, moça? Conhecer tão bem a ponto de satisfazer vontades, digo, e com efeito. Ah, "volte logo!", é o que me vem a mente a duzentos batimentos cardíacos por minuto, mesmo tendo ciência de que demorará um pouco. Pouco por si só, pois sei que se camuflarão de eternidades ao meu ver. Mas não importa, tudo passa, esse tempo também passará. E rápido, assim espero!


Friday, December 21, 2012

"Just twin fire signs..."

I'm walking fast through the traffic lights
Busy streets and busy lives
And all we know is touch and go
We are alone with our changing minds
We fall in love till it hurts or bleeds, or fades in time

And I never saw you coming
And I'll never be the same

You come around and the armor falls
Pierce the room like a cannonball
Now all we know, is don't let go
We are alone just you and me
Up in your room and our slates are clean
Just twin fire signs, four brown* eyes

So you were never a saint
And I love that shades are wrong
We learn to live with the pain
Mostly of broken hearts
But this love is raging and wild

This is a state of grace
This is a worthwhile fight
Love is a ruthless game
Unless you play it good and right
These are the hands of fate
You're my Achilles heel
This is the golden age of something good
And right and real

And I never saw you coming
And I'll never be the same


Thursday, December 20, 2012

(Hamlet, Ato III, cena 1)


"Ser ou não ser - eis a questão: Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz,   ou pegar em armas contra o mar de angústias-e, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir; Só isso. E com sono - dizem - extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável. Morrer - dormir - dormir! Talvez sonhar. Aí está o problema! Os sonhos que virão no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto da vida nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa. Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do governante e o achincalhe que o homem paciente e dedicado recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal? Quem aguentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão por temer alguma coisa após a morte - o país não descoberto, de onde jamais voltou nenhum viajante - nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos? E assim a reflexão faz todos nós covardes. E assim a força natural de uma decisão se transforma em fétido pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação."
 -William Shakespeare


Tuesday, December 18, 2012

Como nossa própria sorte...



         "O amor não existe!" 
     "Que ofensa grave e severa, meu caro - Respondeu-o. - Não existe acreditar ou não em amor. Amor não é Deus, não é algo que as pessoas inventam em busca de consolo e salvação. Mesmo que tu não o sinta no momento, basta parar para observares ao teu redor; as nuvens, os transeuntes, as ruas, tu mesmo, porque ele existe tanto que está em todas essas coisas e esse é um pensamento tão bom e bonito que não só acreditamos no amor e na vida, como na nossa própria sorte em poder vivê-los."


Monday, December 17, 2012

Dexter's Season Finale


"We all make rules for ourselves. It’s these rules that help define who we are. So when we break those rules we risk losing ourselves, becoming something unknown. Who is Deb now? Who am I? Is this a new beginning? Or the beginning of the end?"


Friday, December 14, 2012

Overdose...

Pela saudade, os dias já começaram a ser contados. Algo a curto prazo, que deixa o sentimento tão longo, pode isso? Olhos molhados fazem refletir como serão os dias que a distância tomará conta, e roubará o lugar da sensatez e da vontade concreta. Um estalo de lábios ajuda, mas digamos que não preenche a lacuna que será imersa pela vontade nos dias escuros, nos meus dias escuros, ou nossos. Mesmo estando ciente de que essa saudade será mais curta que aquela que esta por vir, me choro igualmente, porque não deixa de parecer ser semelhante. E entre uma  e outra, sei que poderei tomar mais uma dose de você, atiçando assim o desejo do dia que terei a tal overdose. Overdose de você, sabe? Mal não fará, bem pelo contrário. Mas é isso, com a consciência de pertencimento que temos um do outro, suportamos um tico, que  não parecerá tão pouco assim. Ao nos encontrarmos, o sentimento com que usamos ênfase, poderá muito bem ser motivo que um espécie de êxtase, e assim espero.


Just it.


Thursday, December 13, 2012

Tsunamis por minuto...

O que pode acontecer em uma tarde? O que pode mudar em algumas horas? Quanto vale um dia? Não digo de forma financeira, sentimental mesmo, - e põe sentimental nisso. Oras, vai de cada um, da maneira e capacidade de pensar e sentir que pertence a cada ser. Com um certo gosto de despedida a curto prazo, o que me incomoda seriamente é o tiquetaquear dos relógios que parecem se mover a furacões por segundo, principalmente, quando a respiração está a tsunamis por minuto, ou por beijo, ou como preferir. Não existem palavras que descrevam as sensações e pensamentos dos momentos que sabe que estou a falar, de verdade. Mas suponhamos que minhas conexões neuro cerebrais são como fios de linha alinhados cuidadosamente um do lado do outro, sem nenhuma falha ou espécie de bagunça mínima. Agora imagine isso tudo fazendo parte de um belo bolo de fios de lã, aqueles bem bagunçados, em que surgem nós a todo momento, e que ficam desorientados a cada bater de pata de um gato. Enfim, deve se assemelhar ao meu cérebro, certamente. Dizem que quando certa coisa diz oi, outra certa coisa dá tchau, e ao que me parece, é uma verdade inquestionável. Tempo, tempo, falta tempo. Solidão talvez ajude. Solidão de dois, sabe como é, certo? Enfim, evoluções me agradam, melhoras mais ainda. Juntamos as duas, e está feito o que tem a minha atenção mais que tudo. E que atenção... Foco! Ou não, muita concentração pode se tornar um devaneio daqueles que não só imaginamos, mas também agimos, até perder o ponto de parada. E quando não se quer ter um ponto de parada! Ah, aí já é outra história... Mas me restam apenas o agradecimento da proporção de tardes maravilhosas, poucas até então, mas que vão "inconscientemente melhorando gradativamente, me entende?"


Tuesday, December 11, 2012

A verdade é que...

O caso é que, a vontade de você é tanta, que me deu vontade de jogar palavras aqui para expressar isso, ou tentar. Sim, simplesmente. Li tudo de novo e revivi novamente - blé, pleonasmo que não gosto - tudo o que foi bom e tudo que nem tanto. Confesso que o que hoje me pertence valeu a pena, de todos os modos. Ah, me odeio por não saber escrever de uma forma que fique subentendido, subliminado ou qualquer coisa que não fosse desentendido! Me irrita, e na incapacidade momentânea que estou disso, meus pensamentos correm a todo vapor, de um lado pro outro, enozando até minhas conexões neuro cerebrais. Sei que pode soar estranho ou desconfigurado eu falar isso, talvez por não fazer jus a dita vontade quando possível, mas queria, queria aqui e agora, mas só queria! Vamos driblar isso mais uma vez e esperar as chances que ultimamente me permitem, agradando ao extremo, devo dizer... Meu livro está esperando, está tarde, dentro de algumas horas, quero estar dormindo, e dentro de outras mais, queria você... Hm, mas a verdade é que o passado desse verbo simplesmente não me agrada.


Saturday, December 08, 2012

500 Days Of Summer - Movie


"As pessoas não percebem isso, mas solidão é subestimada."

"Summer: Eu gosto de ficar sozinha, relacionamentos são uma fria e as pessoas acabam se machucando, quem precisa disso? Somos jovens e moramos em uma das cidades mais bonitas do mundo, a gente tem que se divertir enquanto pode, e deixar as coisas sérias pra depois.
Tom: Ta, mas espera,o que acontece se você se apaixonar?
Summer: (risos) 
Tom: O que?
Summer: Ah, Você não acredita nisso né?
Tom: É amor, não papai noel.
Summer: O que significa essa palavra? eu já tive muitos relacionamentos e eu acho que eu nunca amei, e muitos casamentos terminam em divórcios hoje em dia, como o dos meus pais...
Tom: Dos meu também, mas eu...
Summer: Não existe essa coisa de amor, é uma fantasia.
Tom: Acho que ta enganada.
Summer: Bom, ta legal. então o que é que eu não to vendo?
Tom: Vai saber, quando sentir.
Summer: Acho que não podemos concordar pra discordar."

"Summer: Eu não devia ter feito aquilo.
Tom: Feito o quê?
Summer: Ficado brava com você, desculpa...
Tom: Olha, nós não precisamos rotular isso, tudo bem, eu entendo, mas é que eu preciso de uma certa segurança...
Summer: Eu sei.
Tom: Como saberei se não vai acordar de manhã e pensar diferente?
Summer: Eu não posso fazer promessas... ninguém pode."


Just friends, nothing mo... Oh wait!

Amigos, amiguinhos, namoradinhos, namorados, paquerinhas, ficantes e uma infinidade de palavras para nomear algo que não necessariamente precisa ser nomeado. Mas a quarta citada... would be a good one. Não, will be a good one, melhor assim, hehe.

P.S.: Yes, I stole your pic, forgive me, hehehe ♥

Friday, December 07, 2012

Não tema o tempo.

BOOM!!! E a verdade veio à tona. Espere... não haviam mentiras, de modo algum. O quanto um sorriso ou um riso pode entregar uma pessoa? Ou melhor, o tempo, - de todos os sentidos que traz a palavra - esse sim pode. É o que me parece. Mas calma, toneladas tiradas das costas a parte, tudo está bem, até melhor do que o esperado, creio eu. Não que a liberdade tenha sido dada, mas a permissão sim. Assumir. Um amor assumido então, prefiro - ou quase assumido, mas no momento não deixa de estar mais do que ótimo. Sim, estou feliz, tanto tempo temendo algo, algo que até já foi motivo de quase separações, distanciamentos e yadda yadda (lembra?), e agora não há mais necessidade, é motivo sim para estar como estou. E se tudo isso tivesse acontecido antes, e já estivéssemos livres há um bom tempo? Já pensou como seria? Não. Melhor não, acho que foi algo que dependeu do tempo pra acontecer do modo que aconteceu, e isso me agrada. Sentimentos transbordando - assumidamente - agora, é o que prevalece...


Thursday, December 06, 2012

Do nosso jeito torto, errados que somos...

A gente deveria aprender a ouvir mais o coração. Cada pessoa sabe o que é preciso pra ser feliz, mas ninguém parece entender quando a gente só precisa de um abraço pra se sentir bem. Digo, aquele abraço verdadeiro. Aquela coisa de ficar sentindo a respiração do outro sem ter que se preocupar no quanto isso possa parecer estranho ou no tempo que esse momento deve durar. Uma das coisas mais bonitas que existem é quando a gente sabe - e sente - o que a outra pessoa quer dizer, sem ter que trocar uma palavra sequer. Já passei muito tempo pensando num amor que talvez não vinha.  A gente não está preparado, mas quando acontece acabamos aprendendo a amar. Do nosso jeito torto, mas amamos. Tem dias, que só precisamos de um sorriso, e tudo fica bem. E acredite, manter um sorriso nesse mundo continua sendo  um desafio, querendo ou não.

(autor desconhecido, adaptado)


Tuesday, December 04, 2012

Victor Hugo


"Há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos."

Sunday, December 02, 2012

Se eu pudesse ouvir o olhar...


"O amor, quando se revela, não se sabe revelar. Sabe bem olhar para ela, mas não sabe lhe falar. Quem quer dizer o que sente, não sabe o que há de dizer. Fala: parece que mente. Cala: parece esquecer. Ah, mas se ela adivinhasse, se eu pudesse ouvir o olhar, e se um olhar lhe bastasse, pra saber que estão a amar. Mas quem sente muito, cala; quem quer dizer quanto sente, fica sem alma nem fala. Fica só, inteiramente. Mas se isto puder contar-lhe, o que não lhe ouso contar, já não terei que falar-lhe
porque já lhe estou a falar."
Fernando Pessoa 


Saturday, December 01, 2012

My sweetheart...

... meses não exata e oficialmente. Espero que estejam pela frente mais cinco, mais o dobro, mais o triplo disso, porque tudo é novo, tudo está sendo diferente, e incrivelmente bom. Nem preciso comentar sobre ultimamente, que é o que mais me agrada. We'll keep this up! Porque é apenas o comecinho, mas sinto que agora esse comecinho está bem real, e na verdade não encontro palavras que possam descrever nem adjetivar isso. Sei que eu te amo, sim, eu te amo. E sei disso, porque é um sentimento que simplesmente não sei. Não sei como lidar, exatamente. Mas sei que é forte, ô, e como é, consegue sentir? Ainda não? Tá, calma, não está longe pra isso. E e de nós, ninguém nunca vai saber metade. Também porque muita coisa está pela frente, sim, podemos chamar de planos, creio eu. Enfim, minha perspectiva me faz pensar que mais o triplo disso pode ser pouco... prefiro um tempo indeterminado, o que achas? 

Love you ♥