Thursday, December 13, 2012

Tsunamis por minuto...

O que pode acontecer em uma tarde? O que pode mudar em algumas horas? Quanto vale um dia? Não digo de forma financeira, sentimental mesmo, - e põe sentimental nisso. Oras, vai de cada um, da maneira e capacidade de pensar e sentir que pertence a cada ser. Com um certo gosto de despedida a curto prazo, o que me incomoda seriamente é o tiquetaquear dos relógios que parecem se mover a furacões por segundo, principalmente, quando a respiração está a tsunamis por minuto, ou por beijo, ou como preferir. Não existem palavras que descrevam as sensações e pensamentos dos momentos que sabe que estou a falar, de verdade. Mas suponhamos que minhas conexões neuro cerebrais são como fios de linha alinhados cuidadosamente um do lado do outro, sem nenhuma falha ou espécie de bagunça mínima. Agora imagine isso tudo fazendo parte de um belo bolo de fios de lã, aqueles bem bagunçados, em que surgem nós a todo momento, e que ficam desorientados a cada bater de pata de um gato. Enfim, deve se assemelhar ao meu cérebro, certamente. Dizem que quando certa coisa diz oi, outra certa coisa dá tchau, e ao que me parece, é uma verdade inquestionável. Tempo, tempo, falta tempo. Solidão talvez ajude. Solidão de dois, sabe como é, certo? Enfim, evoluções me agradam, melhoras mais ainda. Juntamos as duas, e está feito o que tem a minha atenção mais que tudo. E que atenção... Foco! Ou não, muita concentração pode se tornar um devaneio daqueles que não só imaginamos, mas também agimos, até perder o ponto de parada. E quando não se quer ter um ponto de parada! Ah, aí já é outra história... Mas me restam apenas o agradecimento da proporção de tardes maravilhosas, poucas até então, mas que vão "inconscientemente melhorando gradativamente, me entende?"


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