Wednesday, November 07, 2012

E aliás,

... você faz ideia do quão imenso intenso é tudo o que me faz sentir, minha pequena?


Tuesday, November 06, 2012

O que me é dissonante

Por que não podemos tomar as dores de quem amamos, ou talvez ao menos dividi-las? Só não acho justo essa coisa de ter que ver, ouvir ou basta saber, que algo ou alguém provido dos nossos sentimentos, está sofrendo, seja lá de qual forma for, a mais simples que seja, sem que possamos interferir nisso de alguma maneira. Fazendo o possível para que sorrisos brotem, e a felicidade verdadeira dê as caras, assim então, contribuindo para a própria felicidade. Uns pensam que é se importar exageradamente, já eu penso que o sofrimento alheio, especificamente de alguns, é algo dissonante aos ouvidos, pelo menos aos meus. Possessivo, paranóico, louco, ou apaixonado. Tudo no fim, acaba se confundindo, formando assim os pensamentos que atormentam a cabeça, mas que não deixam de ser verdadeiras vontades. Meninas feitas de açucar, aquelas que choram por "qualquer coisa", não estão presentes apenas em uma novela de um canal aberto, estão presentes no dia-a-dia, ao nosso redor, e tem aquelas - ou aquela - que desejamos acabar com tudo o que há de ruim no âmago, o que nos corta o coração, apenas com um abraço apertado e quiçá confortante. Mas não é assim, não é como queremos, e entre meio a frustração quanto a isso, o que acabamos por desejar em segundo plano, é um decifrador de sentimentos - e desejos - seus.


Like a shoebox of photographs with sepia-toned loving...


There is no combination of words I could put on the back of a postcard 
No song that I could sing but I can try for your heart 
Our dreams and they are made out of real things 
Like a shoebox of photographs with sepia-toned loving 
Love is the answer at least for most of the questions in my heart 
Why are we here? And where do we go? And how come it's so hard? 
It's not always easy and sometimes life can be deceiving 
I'll tell you one thing, it's always better when we're together.


Sunday, November 04, 2012

Não existe nada...


Quando se está com raiva existe a palavra, o grito, os argumentos e até a vontade de ficar longe. Quando se está feliz existe o abraço, o carinho, o aconchego e as risadas compartilhadas. Quando se está triste existem as lágrimas, o desabafo, a mão estendida e o ombro que vai amparar o rosto. Quando se está com saudade, não existe nada… não há presença, cheiro, olhar, sorrisos, voz ou proximidade da pessoa que se quer ter perto. Por que saudade é vazio preenchido de vontade, é sede que não sacia, é fome que não acaba, é falta;  é estar só e ao mesmo tempo rodeada de uma presente ausência, de pensamentos recorrentes, de desejos intermináveis; é dormir sentindo, sonhar revivendo e acordar enquanto a alegria continua adormecida; saudade não tem cor, mas pode ser cinza quando não há volta ou iluminada como o sol, quando sabemos que estaremos perto de novo; é contar o tempo e acreditar que ele está mais lento, é ter a sensação constante de que toda a angústia acabará em alguns minutos, dentro de um abraço; é não saber e tentar imaginar onde está quem queremos; é música que aperta o peito, riso que desperta o choro, passado que queremos transformar em presente; é nostalgia do que ainda não conseguimos esquecer… ou do que não queremos esquecer; saudade é perfuro-cortante, afiada e fria como uma lâmina, mas que se transforma em fogo quando terminada; é ficar esperando o dia, a hora, o lugar e o momento de dizer “eu senti saudade!”; é olhar de longe e pensar o que fazer para acabar com a distância; é insana, não tem planejamento, discernimento ou auto-controle… simplesmente revira e tira tudo do lugar; é reconstituir por muitas, muitas, muitas vezes o último beijo e o último sorriso; saudade é planejar os próximos abraços, toques, ficar agarradinho… é a expectativa de encontrar de novo; saudade é isso que você está sentindo agora, enquanto lembra de quem te desperta esse sentimento que só é bonito em poesia.

 -Autor desconhecido, adaptado.


John Green



Friday, November 02, 2012

Free your mind


Why, oh why must it be this way?
Before you can read me you got to learn how to see me

Free your mind and the rest will follow
Be color-blind, don't be so shallow

So why dispute me and waste my time
Because you really think the price is high for me
I can't look without being watched
You rang my buy before I made up my mind

Oh now attitude why even bother
I can't change your mind, can't change my color.


Thursday, November 01, 2012

L'amour

"Amor, é o nível ou grau de responsabilidade, utilidade e prazer com que lidamos com as coisas e/ou pessoas que conhecemos. A palavra amor presta-se a múltiplos significados quando é citado na língua portuguesa. Podendo então, significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, em suma, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação."
Como ousa definir algo do tipo, internet? Sei que não se fala nem se encontra palavra para tal coisa, realmente apenas se sente. Mas e o que se sente? Quem é vítima disso sabe, de cabo a rabo, de trás pra frente e de ponta cabeça. Ou quem sabe não se sabe, de um modo certo, pois restam dúvidas, desconhece ou confunde com um mero limerence - eis outra palavra entre muitas para o caso, - talvez. Mas sei também que não há apenas uma forma de amar, um jeito correto disso ou coisa e tal. Diversas são as formas e maneiras... Mm, vai ver aí está o motivo do conflito, pois nunca se sabe qual é a intensidade do que, de certa forma nos atormenta.