E não é que não sou apenas eu que, de alguma forma, é ajudado pela tristeza para criar isso que em suma, podemos chamar de texto? Bom, também não haveria motivos para apenas eu ter tal privilégio... Mm, não exatamente privilégio, mas você ai, que faz o mesmo, sabe bem do que estou falando.
"Só consigo criar algo do tipo quando estou triste." Infelizmente, muitas vezes é assim que é a coisa. Mas vejamos, caso não fosse dessa forma, inúmeras obras deixariam de ser publicadas ou gravadas, por exemplo. Levadas por mágoas, amarguras, desilusões, corações partidos e pensamentos não organizados, palavras voam para o papel, expondo talvez menos de um terço do que esta nos dilacerando por dentro, numa simples tentativa de fazer com que a dor diminua. Nem sempre obtendo sucesso, continuamos com o que é padrão, quase que algum tipo de programação: por dentro, agonizamos desesperadamente, e por fora, sorrisos forçados e olhares mirando pontos imaginários. Pode me corrigir caso eu estiver errado.
Uma coisa leva a outra, como li em outro texto, onde dizia que ouvimos uma música, ela entra pelos nossos ouvidos, e sai pelos olhos em forma de lágrimas. Na verdade, essa lágrimas são as sentenças que comporão o que será escrito por nós. Mas não que toda inspiração seja jorrada de mentes cansadas. Há também aqueles que são o oposto, que sem uma alma alegre, uma aura pura e um belo e verdadeiro sorriso no rosto, as engrenagens da criatividade simplesmente não funcionam. Não que isso faça parte de mim, não mais.
Creio que sim, já escrevi por felicidade. Mas apenas em horas que a felicidade não cabia dentro de mim, e de uma forma ou de outra, transbordava para o papel. Quem sabe era até mais fácil, pois era como se as palavras saltassem em sequência, continuamente, uma atrás da outra e sem esforço algum; já dessa forma, pensar muito e escrever pouco, leva tempo. Oras, pois temos que pensar na palavra que melhor represente o terrível sentimento que nos assola, e não sendo fácil, um amontoado de infelicidade é o que acaba por definir.
Uma coisa leva a outra, como li em outro texto, onde dizia que ouvimos uma música, ela entra pelos nossos ouvidos, e sai pelos olhos em forma de lágrimas. Na verdade, essa lágrimas são as sentenças que comporão o que será escrito por nós. Mas não que toda inspiração seja jorrada de mentes cansadas. Há também aqueles que são o oposto, que sem uma alma alegre, uma aura pura e um belo e verdadeiro sorriso no rosto, as engrenagens da criatividade simplesmente não funcionam. Não que isso faça parte de mim, não mais.
Creio que sim, já escrevi por felicidade. Mas apenas em horas que a felicidade não cabia dentro de mim, e de uma forma ou de outra, transbordava para o papel. Quem sabe era até mais fácil, pois era como se as palavras saltassem em sequência, continuamente, uma atrás da outra e sem esforço algum; já dessa forma, pensar muito e escrever pouco, leva tempo. Oras, pois temos que pensar na palavra que melhor represente o terrível sentimento que nos assola, e não sendo fácil, um amontoado de infelicidade é o que acaba por definir.
No comments:
Post a Comment