"-Sandro, alguma vez você já disse 'eu te amo' pra alguém?
-Não, já falei I love.
-Pra quem?
-Pra minha mãe.
-Nãao cara, to falando de alguma mina que você gosta.
-Pra todas né, até eu ~le piada escrota~
-To falando séerio cara. Eu nunca consegui falar eu te amo pra Fernanda.
-Mas você ama?
- ... Eu preciso dela."
"-Bruno, a gente precisa ter alguém que a gente possa cuidar, e que cuide da gente também, por motivos de sobrevivência. Mas se você coloca um encantamento nesse pensamento, aí já não é mais sobrevivência, é amor. Faz o que precisa ser feito, hm? Diz o que precisa ser dito, senão, Bruno, você nunca vai saber se o jogo encerrou realmente pra você ou não. Pensa nisso."
"(Imagens são projetadas na parede, e aparece o Bruno folhando cartazes escritos, na sequência:)
"Parabéns."
"Você é maravilhosa."
"E eu sou um babaca!"
"Eu quero cuidar de você."
"E nunca mais te ferir."
"Você me encanta."
"Mesmo que você..."
"... não me queira mais."
"Eu quero te dizer que...
"Põe no viva-voz."
(Fernanda põe o celular no viva-voz e aguarda)
-Eu, te, amo. E u, t e, a m o."
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